Desembaraço

Finalmente, tive coragem. Publiquei meus textos. Todos aqueles por anos calados no meu HD saltitaram pelo www, para poderem ser criticados e ridicularizados. Haviam sido lidos por amigos da mais alta intimidade que talvez silenciaram um riso de desdêm. Agora estão aí jogados às piranhas, para o apetite coletivo. Não temo mais o embaraço...

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Moder

Um vidro, um instante perdido. Repito. A compreensão se esvai em espaços digitais. Não há olhares, não há recíproca amorosidade. Enquanto se fala, outra função urgente. E nenhuma conexão genuína da monta do afeto. Um desesmero decupado. Eu só quero que sejamos desnecessários um com o outro.