Finalmente, tive coragem. Publiquei meus textos. Todos aqueles por anos calados no meu HD saltitaram pelo www, para poderem ser criticados e ridicularizados. Haviam sido lidos por amigos da mais alta intimidade que talvez silenciaram um riso de desdêm. Agora estão aí jogados às piranhas, para o apetite coletivo. Não temo mais o embaraço...
quarta-feira, 21 de março de 2012
Contraprestação
Há dias que não paro para pensar na vida. A vida se encarrega de pensar em mim. Dá-me cada dia um leão. Não por pedido. Odeio a sintaxe. Bom, de toda forma, eu mato todos. Mas, de forma tola, pergunto à vida: quando terei uma presa idiota?
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