Saiu de cena, me fez pequena, diminuída. Aquilo tudo concretizava enorme o eufemístico pesar antevisto. Temi não consegui me recompor, saber quem sou, depois dali. Repuxava-se o rosto ao centro na mais tênue tentativa do riso. E eu só queria um pequeno impulso de felicidade. Eu não seria mais. Então bebi de mim em fotos revistas, tentando encontrar novamente aquela versatilidade de artista, alguma capacidade de ser feliz de muitas formas poucas... Tudo que me sobrava era o drama, porém. A gana que me fez um dia chegar me impedia agora de conseguir ir além. Eu me acorrentava ali por saber que nada mais seria tão intenso. Chorei cada gota de mim esvaziada na futilidade futura de amores pretensos. Qualquer viver era pouco, depois daquilo. Eu preferia ter ignorado. Desconhecer a singularidade era poder sorrir muito com qualquer coisa.
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