Eu sinto a impotência escorrer pelo meu rosto com um peso que machuca as feições, torna a face sisuda. Não achei que pudesse dar corpo a este pesar que me mata por dentro. Escondo-o por muitas vezes, mas hoje ele vem aqui à tona, para dizer que eu sofro. Não quero mais essa vida de mentiras e falsear de pés que não podem pisar em outros terrenos, que não este que percorro. Não há sonhos e almejar é enganar-se, então. Eu queria muitas coisas que não posso. Não posso sair dessa camisa de força que me aperta e quer me fazer uma louca que não sou. Parabéns. Feliz aniversário de impossibilidades.
Nenhum comentário:
Postar um comentário