Desembaraço

Finalmente, tive coragem. Publiquei meus textos. Todos aqueles por anos calados no meu HD saltitaram pelo www, para poderem ser criticados e ridicularizados. Haviam sido lidos por amigos da mais alta intimidade que talvez silenciaram um riso de desdêm. Agora estão aí jogados às piranhas, para o apetite coletivo. Não temo mais o embaraço...

domingo, 10 de julho de 2011

Presa

Venha beber da minha sede, enquanto é tempo. Não é sempre que te faço este convite. Venha calar meu medo, enquanto estou frágil. Sentir-me assim é coisa que a vida quase nunca me permite. Fez-se solidão da minha própria companhia. Fez-se em vão a minha recorrente apologia. Não sou livre não, não sou. Estou presa, Sou presa de você.

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