Desembaraço

Finalmente, tive coragem. Publiquei meus textos. Todos aqueles por anos calados no meu HD saltitaram pelo www, para poderem ser criticados e ridicularizados. Haviam sido lidos por amigos da mais alta intimidade que talvez silenciaram um riso de desdêm. Agora estão aí jogados às piranhas, para o apetite coletivo. Não temo mais o embaraço...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Antinatural

A gota escorre no vidro da janela e eu me emociono diante das sutilezas divinas. E você se queixa de não conseguir me fazer feliz. Não poderia você criar isso mesmo. É no detalhe, no inusitado que o riso me vem sem embaraço. Não quero nada que lhe tire a essência, não preciso de amor em regulados pedaços. É a naturalidade íntegra do seu ser, se em paz, se a não me cobrar nada demais, que me faz bem. Mas se ele não vem assim de graça, não insista que não há nada que nos faça ir mais além.

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