No silêncio da noite que consome as forças e retira tudo da mais suave alegria.
Um olhar ao infinito é a covarde solução para a esperança que morre no peito.
A dor de uma angústia insensata adentra o íntimo do ser e mata as boas lembranças.
Surge uma voz que reacende o brilho que sucumbia num grito de contável vida.
Quando tudo se restringe a uma óptica imatura.
A maturidade de outrem me retira a venda.
E o mundo assume novas cores, outros rumos.
Possibilidades abstratas e insólitas tornam-se concretamente reais.
Surge uma ligação que ao corpo transcende.
Almas laçadas por um mesmo desejo.
Ah a felicidade...
Além de julgamentos e alheias vontades.
Sinto-me livre para tornar o detalhe um ganho.
E deixar a minha dor revirar-se em lágrima de vitória.
As conquistas tornar-se-ão um mero rascunho de modéstia.
Enquanto os erros uma demonstração divina da inferioridade do ser.
A solenidade de apenas... poder ser eu mesma
A amplitude de bastar... ser eu mesma.
Um olhar ao infinito é a covarde solução para a esperança que morre no peito.
A dor de uma angústia insensata adentra o íntimo do ser e mata as boas lembranças.
Surge uma voz que reacende o brilho que sucumbia num grito de contável vida.
Quando tudo se restringe a uma óptica imatura.
A maturidade de outrem me retira a venda.
E o mundo assume novas cores, outros rumos.
Possibilidades abstratas e insólitas tornam-se concretamente reais.
Surge uma ligação que ao corpo transcende.
Almas laçadas por um mesmo desejo.
Ah a felicidade...
Além de julgamentos e alheias vontades.
Sinto-me livre para tornar o detalhe um ganho.
E deixar a minha dor revirar-se em lágrima de vitória.
As conquistas tornar-se-ão um mero rascunho de modéstia.
Enquanto os erros uma demonstração divina da inferioridade do ser.
A solenidade de apenas... poder ser eu mesma
A amplitude de bastar... ser eu mesma.
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