De repente, descobrimos que o mundo não é como falam, mas sim como fazem.
Os nossos pais não são heróis, são psicólogos hipócritas da lei “do façam o que eu digo...”
Enquanto você foi ensinado a se importar com os outros, os outros vivem narcizando o seu próprio umbigo e eu e você crescemos com a ética e a moral injetadas no cérebro. Uma memória de regras pulsante na mente que grita ao mais eminente sinal de contradição às leis básicas da sociedade.
Aí ...você cresce, amadurece e descobre o mundo.
Surge a contradição gritante entre o ser e o querer. Combate entre o que você pensa e o que pensam de você. As suas crenças de infância contrariam a liberdade explosiva da adolescência. A curiosidade conflita com o conceito de decência. As suas vontades têm que ser deixadas de lado porque não fazem parte do que a sua família espera de você. Seus desejos têm que ser calados porque não é o que a religião te ensinou a crer. A sua vida tem que ser adaptada ao modelo do que a humanidade quer ver... Vejam uma vida de aparências, com um corpo explosivo de medos, verdades, vontades, anseios... Booom explode uma lágrima, uma navalha corta o pulso... No sangue escorre sentimentos calados pelos co-autores da morte, membros de uma sociedade hipócrita!
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